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Marco Aurélio Santullo: a pré-candidatura que tem CEP

A política de Mato Grosso do Sul entra em uma nova fase com a consolidação da federação entre o PP e o União Brasil. Não se trata apenas de uma junção partidária formal, mas de uma reorganização real de forças, território e comando. Nesse novo desenho, uma pré-candidatura se impõe não pelo improviso, mas pela solidez: Marco Aurélio Santullo.

Santullo não é um nome lançado ao acaso. Sua pré-candidatura nasce de base, tem lastro político, histórico administrativo e, sobretudo, tem CEP. Aquidauana e Anastácio não são apenas referências afetivas; são território político, chão eleitoral, identidade e origem. Em tempos de pré-candidaturas artificiais, Santullo apresenta algo raro: pertencimento.

Ao contrário de figuras que surgem apenas em períodos eleitorais, Santullo construiu sua trajetória dentro do Estado e fora dele. Atuou no centro do poder nacional, no Palácio do Planalto, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, e aprendeu ali a lógica do Estado, da negociação institucional e da construção de políticas públicas duradouras.

Essa experiência se soma à sua formação política ao lado de Saulo Queiroz, uma das maiores referências da política sul-mato-grossense, e à sua atuação estratégica como principal articulador da senadora Tereza Cristina.

Essa trajetória explica por que Santullo não é apenas conhecido, mas respeitado. Ele conhece os caminhos de Brasília, entende os ministérios, domina a burocracia e, mais importante, sabe transformar articulação política em resultados concretos para os municípios.

Mas o diferencial decisivo de sua candidatura está na estrutura territorial.

Santullo não tem apenas apoio; ele tem núcleo político organizado em cada região do Estado. Do Pantanal ao Bolsão, da Fronteira ao Cone Sul, sua passagem por órgãos estratégicos como Funasa, Anater e Funtrab construiu uma rede sólida de prefeitos, vereadores, lideranças comunitárias e técnicos.

No Sudoeste, Aquidauana e Anastácio funcionam como eixo político e simbólico. Ali está sua base histórica, seu eleitorado natural e sua força orgânica. Um pré-candidato estadual com raízes locais.

Em um Estado que historicamente cobra representantes com identidade regional, Santullo responde com presença, diálogo e compromisso. A aliança com Rose Modesto fortalece ainda mais esse projeto. Rose agrega capilaridade popular, visibilidade e densidade eleitoral, enquanto Santullo entrega organização, articulação e sustentação política.

Não é uma soma ocasional, mas um arranjo estratégico que transforma a Federação União Progressista em uma força competitiva e estruturada para 2026. Marco Aurélio Santullo representa um tipo de candidatura que a política sul-mato-grossense conhece bem – e respeita: a candidatura que não nasce em gabinete, não depende apenas de marketing e não se sustenta no improviso.

É uma candidatura com CEP, com base, com aliados, com história e com comando político.

Em um cenário de reacomodação das forças partidárias, Santullo surge como peça central de um projeto que não busca apenas votos, mas governabilidade, representação real e presença efetiva em cada cidade de Mato Grosso do Sul.

Rosa Vasconcelos, Planews