Flávio Adriano de Arruda Santos, conhecido como Corumbá, foi atingido por diversos tiros e não resistiu
Um homem morreu após ser atingido por vários tiros na madrugada do último sábado, 18 de janeiro de 2026, por volta das 00h30, no centro de Miranda. O crime aconteceu na Rua Marechal Deodoro, em frente ao Clube Social e à praça central da cidade, e causou grande comoção entre os moradores.
A Polícia Militar foi chamada depois que moradores ouviram disparos de arma de fogo. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram muitas pessoas reunidas ao redor de um homem que estava caído na calçada, com muito sangramento e fortes dores, aparentando ter sido baleado.
Os policiais organizaram o trânsito, acionaram o Corpo de Bombeiros e prestaram os primeiros atendimentos, tentando acalmar a vítima até a chegada do socorro. O homem foi levado ao hospital da cidade, mas acabou morrendo ainda durante o trajeto. No hospital, os médicos tentaram reanimá-lo por várias vezes, porém sem sucesso.
Segundo informações médicas, a vítima foi atingida por tiros no lado direito e esquerdo do tórax, no antebraço esquerdo e na panturrilha esquerda.
Testemunhas relataram que os autores do crime seriam quatro pessoas, que estavam em duas motocicletas. Eles teriam passado pela praça e atirado várias vezes contra a vítima, que ainda conseguiu caminhar até a frente do Clube Social, onde caiu.
Após a morte, os policiais encontraram com o homem um revólver calibre 38, que estava em seu bolso, com munições já disparadas. A polícia não descarta a possibilidade de que ele também tenha atirado durante o confronto. A arma foi apreendida e levada para a delegacia.
No início, a vítima era conhecida apenas pelo apelido “Corumbá”. Mais tarde, a esposa compareceu à delegacia e fez a identificação oficial. O homem foi identificado como Flávio Adriano de Arruda Santos.
A polícia fez buscas pela região e nas ruas próximas, mas até agora nenhum suspeito foi encontrado. O caso segue sendo investigado para esclarecer quem cometeu o crime e qual foi a motivação.
Fonte: O Pantaneiro

