Polícia apreendeu diversos eletrônicos em ação contra  bad word ografia infantil (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Polícia apreendeu diversos eletrônicos em ação contra bad word ografia infantil (Foto: Polícia Civil/Divulgação

O investigador de 36 anos, preso durante operação contra a bad word ografia infantil, deve ser expulso da instituição na próxima semana, conforme afirmou ao G1 a delegada Rosely Molina, corregedora geral da Polícia Civil, em Mato Grosso do Sul. Em depoimento formal, ele alegou que entrou em um programa para baixar música e não sabia do conteúdo de sexo envolvendo crianças e adolescentes.

“A portaria de afastamento compulsório deve ser publicada no início da próxima semana, na terça-feira eu acredito. Durante o período de prisão preventiva, a gente retira as armas, demais objetos e ele também não pode ter acesso ao sistema. Ao mesmo tempo, responde a um procedimento administrativo”, explicou a delegada.

Na corregedoria, ele estava acompanhado de um advogado e negou envolvimento nos crimes. “Ele disse que não sabia, que deixou baixando e entrou no programa para baixar música”, comentou a delegada. Dias antes, em conversa informal, o preso teria dito que “recebia do nada, olhava e deletava”, ainda conforme Molina.

Na última sexta-feira (18), o policial passou por audiência de custódia e teve a prisão preventiva decretada. Além dele, outros dois envolvidos também vão permanecer na cadeia, sendo indiciados por artigos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Um outro homem pagou fiança de quase R$ 4 mil e foi liberado no dia anterior.

O policial já atuou no município de São Gabriel do Oeste. Na capital sul mato-grossense, trabalhou na Delegacia Especializada em Repressão a Crimes de Defraudações e Falsificações (Dedfaz) e, por último, na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro.

Outros dois homens também passaram por audiência e permaneceram presos. Um suspeito pagou fiança de quase R$ 4 mil e foi liberado ontem. O indiciamento dos envolvidos é por armanezanar conteúdo de sexo explícito envolvendo menores, conforme o Estatuto da Criança e o Adolescente (ECA).

“Todos os envolvidos compartilhavam e armazenavam, além de alguns estarem em posse de munições. São flagrantes que ainda estão sendo sedimentados e os colegas do interior também estão trabalhando”, explicou na ocasião a delegada Marília de Brito, titular da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e o Adolescente (Depca).

Ao todo, 56 policiais estiveram envolvidos na ação em Mato Grosso do Sul, fizeram buscas em Campo Grande, Glória de Dourados e Dourados, na região sul do estado. Um dos primeiros a ser preso foi um homem de 27 anos, que mora no bairro Coophavila e outro no Chácara Cachoeira.

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