Munida de drone, a Polícia Militar Ambiental (PMA) intensificará a fiscalização nos principais pontos de pesca predatória no Rio Aquidauana.  Eles incluem locais com maior incidência de uso de petrechos de captura em massa, como a Cachoeira do Campo, do Morcego, no distrito de Camisão, Ilha do Serrano e Corredeira do Bambu, no distrito de Piraputanga.

Com o uso do equipamento, será possível, por meio de fotos e vídeos, identificar os autores da prática criminosa contra o meio ambiente e responsabiliza-los dentro do prazo de cinco anos, antes que a infração administrativa prescreva.

Uma vez identificados, os autores responderão nas esferas cível e criminal, com reparação de danos. As penas variam de um a três anos de detenção, além de multas de R$ 700 a R$ 100 mil, com acréscimo de R$ 20 por quilo de pescado.

Comandante da PMA de Aquidauana, o 1° tenente Anderson Abraão que a fiscalização será intensificada principalmente no período noturno, onde há maior incidência de pesca predatória.

Além das equipes operacionais, os agentes contarão com apoio de equipes de inteligência, que realizarão patrulhamento inopinado nas margens do rio Aquidauana, de modo a preservar a subida dos cardumes.

Serviço: A corporação orienta que a população faça sua parte, não comprando pescado sem nota fiscal, proveniente de pesca predatória, e denuncie a prática, por meio do telefone 3904-2070.

O Pantaneiro

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