Foi uma vitória pelo placar mínimo, mas o suficiente para trazer sorrisos em um dia que o Aquidauanense amanheceu enlutado pela morte de Claudilei Castilho Sanches,integrante da comissão técnica do clube. Lá de cima, ele certamente deve ter aplaudido com orgulho o golaço de falta marcado por Agnaldo, que garantiu o triunfo por 1 a 0 do Azulão sobre o Operário, atual campeão, na tarde deste sábado (23), no Estádio Municipal Mário Pinto de Souza, o Noroeste, pelo jogo de ida das quartas de final do Campeonato Sul-Mato-Grossense.

Antes do começo da partida, os jogadores e a torcida do time da casa prestaram homenagens a Claudilei, que era um grande apaixonado pelo Aquidauanense. Na hora em que a bola rolou, o confronto foi marcado por muito estudo e respeito entre as duas equipes. Antes dos 20 minutos, o Azulão ainda acabou perdendo Tiziu, que sentiu dores após forte dividida com a zaga do Galo, até tentou continuar em campo, mas deu lugar a Gibran.

O primeiro lance com perigo real de gol foi do time do Operário. Murilo cobrou falta e acertou a bola na cabeça de Emerson Santos, que, sozinho dentro da pequena área, cabeceou no travessão. O Alvinegro voltou a assustar aos 24 minutos, quando Jorginho chutou à direita da meta defendida pelo goleiro Diego.

A conversa do técnico Mauro Marino durante a parada técnica, aos 25 minutos, parece ter feito bem ao Aquidauanense, que se recuperou dos dois sustos e passou a rondar com mais frequência a região de ataque. Aos 35 minutos, Gibran fez jogada pela lateral, trouxe a bola para o meio e foi derrubado pelo zagueiro André Paulinho perto da grande área. A torcida do Azulão prendeu a respiração antes da cobrança e explodiu de alegria quando o camisa 10, Agnaldo, acertou um chute de rara felicidade, pouco visto nos lances de bola parada do futebol atual, no ângulo do goleiro Jota, que não teve qualquer chance de defesa: Aquidauanense 1 x 0 Operário.

O gol animou os mandantes e trouxe certo nervosismo ao Operário, com Augusto chegando a levar um cartão amarelo por falta dura em Baiano. O Azulão ainda chegou a anotar o segundo, em uma pancada de Jô, mas o tento foi anulado pelo árbitro Paulo Henrique Vollkopf, que marcou toque no braço do jogador. Ao fim da primeira etapa, o placar ficou mesmo em 1 a 0.

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